Contas feitas, saldo positivo: Um serviço de qualidade com uma parceria à altura

2019-09-12T08:43:38+00:00 28 de Agosto , 2019|

 

Nasceu em 1980, com dois sócios, um colaborador e cinco clientes, atualmente tem três sócios, 10 colaboradores, 160 clientes e perde-se a contagem na quantidade de faturas, cuidados e procedimentos já realizados. As métricas da Ecónomo são sempre a somar, com um parceiro informático que facilita as operações.

As pastas alinham-se, lado a lado, dispondo-se na estante como na lista de clientes: tendo a igualdade de tratamento como certeza e o rigor como pilar para que se mantenham de pé. São peças de um tetris só de ganhar, e as regras do jogo são ensinadas pelos mestres contabilistas, grandes gestores da sustentabilidade. Equilibrar as contas com mestria e rigor, sem passar a pasta apesar dos erros dos jogadores que ignoram algumas regras, é um desafio constante, sobretudo se a isso acrescentarmos as exigências externas dos árbitros fiscais. Tem sido assim desde 1980, ano em que a Ecónomo se instalou no mercado de fazer contas à vida, com demandas que não são de brincar, mas partidas de gente grande.

Cada uma das pastas arrumadas com prumo, como as contas, passa apenas um ano e meio na casa da Ecónomo. Cada uma das pastas expõe extratos, faturas e balancetes, mas não contabiliza as horas de trabalho nem a tarefa escrupulosa da sua organização. Depois, vão somar-se ao arquivo de cada empresa, sua cliente, sem desalinho que se lhe aponte, analisadas com escrutínio e dedicação na casa de três sócios e 10 colaboradores em Viana do Castelo e no Porto. A Ecónomo é a casa que põe ordem na casa de 160 clientes dos mais variados ramos, o que não é tarefa fácil. “Hoje em dia, as obrigações fiscais são imensas. Todas as semanas temos de tratar de algum documento. Como não há uma única semana em que não se peçam obrigações fiscais, temos até algum problema logístico no que toca à marcação de férias”, explica um dos sócios, Rui Natário, que chegou à empresa em 2011, de uma nova geração em relação aos sócios fundadores é uma lufada de modernidade e continuidade.

António Joaquim dos Santos Nunes e Ricardo Viana Felgueiras estão na Ecónomo desde o seu arranque, e contam uma história para lá dos arquivos digitais e em papel, em que a luta tem sido sempre em nome da qualidade dos serviços. “Nós seguimos todas as normas e procedimentos aconselháveis e legais, e, por isso, acabamos por sofrer de concorrência desleal. Muitos cobram menos pelos serviços porque não cumprem determinados requisitos”, explicam.

Trabalhar com as contas de outras empresas, incluindo várias grandes empresas, uma multinacional com oito subsidiárias espalhadas pelo mundo, com contas consolidadas e auditadas, é uma função de elevada responsabilidade e com uma necessidade de permanente atualização por parte dos contabilistas. “Esta é uma atividade em constante mudança. Quase todos os anos temos de rever uma série de procedimentos. O Orçamento de Estado e o Ministério das Finanças estão sempre a trocar-nos as voltas, por assim dizer”, clarifica António Nunes. E Rui Natário remata: “O cliente deveria ver-nos como um parceiro que ajuda na gestão da sua empresa, evita problemas fiscais, e não apenas como um aliado no que toca à Autoridade Tributária. Este é um trabalho de enorme responsabilidade e nem sempre o cliente o vê dessa forma.”

Instalada em pleno coração de Viana do Castelo e sucursal no Porto e empresas clientes espalhadas pelo país, a empresa é um exemplo no que diz respeito a manter a tradição do zelo pelos seus clientes e o rigor fiscal, por isso o reconhecimento, por estes mesmos clientes, tem sido mais do que uma resposta emocional, mas uma constatação lógica do caminho traçado até aqui. 

E recuar a 2002 é abrir o arquivo de uma época em que “a única obrigação consistia em enviar a declaração do IVA, e pouco mais”. Mas abrir a página de 1980, o início de uma história de sucesso, leva os três sócios por uma infinidade de registos manuais, onde não reinavam os programas de faturação e os balancetes da conta corrente não estavam autonomizados. Parceiras desde a sua fundação, a Ecónomo e a empresa antecessora da all@work têm encontrado respostas conjuntas, numa operação em que apenas a multiplicação e a soma têm protagonismo. “Eu sempre considerei importante ter as melhores ferramentas, mesmo que não utilizasse a 100% o seu potencial. É por isso que recorremos à all@work”, reconhece António Nunes.

A segurança dos sistemas de informação que a all@work providencia torna os procedimentos mais fáceis e rápidos. “Se faltar algum documento, como uma fatura, nós sabemos sempre o que está em falta, devido aos programas”, continua o sócio dos primórdios da Ecónomo. “A parceria começou em 1980, e, desde aí, a parceria nunca mais se desfez. Esta parceria nunca nos deixou ficar mal, e, como tal, nunca sentimos necessidade de mudar”, e assim se manterá no futuro.

Contas feitas, o saldo é positivo, e os novos tempos trarão uma lufada de ar fresco ao mercado. Para Rui Natário, as mudanças iniciadas em 2019 no que toca às auditorias fiscais serão mais radicais do que as que têm vindo a ocorrer. A alteração com introdução das taxonomias e saft da contabilidade será uma prova de fogo para muitos, mas, para a Ecónomo, reforçará as certezas de uma contabilidade exemplar apoiada pelas melhores ferramentas informáticas.