Resistir às altas tensões dos mercados com uma parceria de fluidez e dinâmica

2019-10-22T14:19:42+00:00 3 de Outubro , 2019|

 

Boa água faz florescer. Canalização de ótima qualidade preserva as qualidades de um recurso escasso e vital. E uma parceria de pedra e cal ajuda a que todos os nutrientes da vida próspera de uma empresa cheguem aos seus consumidores. Assim se conta a história da Plimat e da all@work, fazendo as contas aos anos de solidez.

O fluxo de vida trouxe o novo a pulso. A Plimat, empresa sediada na Marinha Grande, hoje faz-se globalmente omnipresente, apesar das forças de resistência (químicas e mecânicas) naturais que respeitam desde 1978. A fonte do sucesso e da juventude vem de fintar a fluidez dos mercados mundiais, mesmo que perante ondas que oferecem atrito.

“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.” A sabedoria é popular, proveniente do contacto com o recurso primordial, mas é também a filosofia de Eduardo Franco, diretor geral da empresa especializada em acessórios para canalizações. “Não há outra forma, sobretudo se atentarmos à concorrência internacional, especialmente Espanha, Itália e China”, conta o representante de um negócio que já se espalhou por 45 países “um pouco por todo o mundo, em todos os continentes”.

Como a água, a abrir caminho para jusante, avançar por vezes também só foi possível através de terrenos pedregosos. “A dificuldade era grande, porque não havia o hábito de usar plástico na canalização. Foi uma luta inicial muito complicada, morosa, trabalhosa”, recorda. Mas a resiliência construiu um percurso sólido com vastos ganhos líquidos, depois de anos de investimento, renovação e certificação.

O grupo de quatro empresas com base familiar ganhou raízes geograficamente amplas com uma construção terra a terra de quem canaliza o saber para a arte de empreender: “Fomos crescendo gradualmente e conseguindo implantar-nos no mercado nacional. Depois, começámos a abordar os mercados externos, à medida que fomos tendo gama que o justificasse. Começámos a estar presentes em feiras…”

Do trajeto da água que nos chega para beber pouco sabemos. Todos os anos cerca de 100 trabalhadores produzem a novidade, introduzindo produtos inovadores com uma qualidade destacada ao nível mundial, reconhecida e preservada, mas que não se esquiva de seguir caminho. “Continuamos a consolidar a nossa posição e todos os anos trazemos novas peças. Desde sempre, desde que nos conhecemos, todos os anos desenvolvemos novos produtos, de forma a acompanhar o mercado”, assinala Eduardo Franco, que vê nas novas ideias o potencial para cimentar a posição da Plimat.

“Estamos hoje num mundo em que toda a gente vai a todo o lado. Procuramos visitar os novos clientes, seja onde for”, assegura o diretor geral. Um mundo que se fez mais mundo através de tubos de ligação que nem sempre são de plástico, mas também de bons diálogos com os clientes, com quem vão firmando relações.

Contudo, foi também com esse material, composto de petróleo, que tudo começou. “O momento mais marcante foi o nosso início, a romper a dificuldade de aceitação do produto de plástico.” À medida que foram querendo, foram criando, destilando da qualidade pura os procedimentos menos eficazes, até atingir uma fórmula de máxima eficácia. “Fomos aumentando os investimentos e a capacidade de dimensão. Viemos sempre a crescer ao longo de todos estes anos. Houve apenas um ano em que baixámos uns 5%”, aponta Eduardo Franco.

A felicidade de contornar obstáculos, dissolvendo qualquer forma de pressão, fez com que nem a mais recente guerra ao plástico se tornasse um empecilho. “Temos um produto para durar 50 anos, depois de aplicado. É um material muito versátil com aplicações que não são fáceis de conseguir e, por isso, mais difícil de substituir”, salienta Eduardo Franco, que aponta ainda que também o plástico pode ser recuperado. Fica a certeza de que esta é uma matéria-prima que já tratam com intimidade e cuidado.

É como se conhecessem desde sempre também. Nem mesmo Anabela Soares, a diretora financeira da empresa consegue dizer com exatidão o ano em que a Plimat e a empresa antecessora da all@work formalizaram a relação comercial próxima que hoje têm. No entanto, há algo de que Anabela Soares não duvida: “As soluções que nos apresentam são as que nós pretendemos, sempre com possíveis ajustes. Trabalhamos sempre em parceria.”

Como átomos que se complementam para juntos serem mais fortes e estáveis, a Plimat e all@work têm perseguido um curso em que ambas remam para o mesmo lado: “Há uma preocupação muito grande da all@work em ir ao encontro das nossas expectativas e de nos ajudar no nosso dia-a-dia.” A representante da empresa de acessórios de canalização não esconde que, apesar de se considerarem “exigentes”, as ferramentas fornecidas pela empresa de software e soluções informáticas tornam a vida “muito mais fácil”.

Em desenvolvimento estão outros projetos conjuntos, como um arquivo digital, e a Plimat frisa que a all@work é “um parceiro extremamente importante”, não só para “resolver os problemas quando estes surgem”, como para fortalecer uma posição mundial de “referência de qualidade”.